• Natália Vinhas

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM AGORAFOBIA?


Pessoas com este transtorno evitam utilizar transporte público, ficar em espaços abertos como estacionamentos, mercados, de permanecer em locais fechados como lojas, teatros, cinemas, de fica em filas, ficar em meio a uma multidão e/ou de sair sozinho de casa.

O pensamento é de que algo terrível possa acontecer então, evitam essas situações por medo de ficarem presos e não conseguirem escapar ou de o socorro não estar disponível caso ocorra uma emergência. Podem ter medo de se envolver em situações embaraçosas como medo de cair; de vomitar, medo de ter incontinência.

Acabam sofrendo com comportamentos de esquiva, evitando passar pelos sintomas desagradáveis vindos do ataque de pânico, dentre eles o aumento da frequência cardíaca, falta de ar, pressão no peito, tonturas, sensação de formigamento, suor excessivo, náuseas, diarreia, medo de morrer e desmaios

Nos casos mais graves, a agorafobia compromete a vida social e profissional dos indivíduos. Por evitarem o uso de transporte publico, procuram emprego apenas perto de sua casa, evitam entrar em supermercados solicitando entrega de alimentos. É comum que estes indivíduos enfrentem as situações apenas na presença de um amigo, porém a situação pode se tornar tão grave a ponto de ficarem completamente confinados à sua casa.

Mulheres são as que mais sofrem com este transtorno. Geralmente seu início se da na adolescência e início da vida adulta.

Eventos traumáticos na infância, situações de estresse, infância violenta, clima familiar com pouco afeto ou superproteção podem estar associados as causas do desenvolvimento da agorafobia.

Nestes casos, o acompanhamento psicológico é imprescindível. Por vezes acompanhamento psiquiátrico para uso medicamentoso também é recomendável. É importante que o paciente entenda sobre sua condição, quais as causas que o fizeram a desenvolver o problema, quais os sintomas. Assim ele pode trabalhar suas questões de modo a melhorar reações diante das cries, entendendo-se a questões mais profundas e elaborações.


Referência:

American Psychiatry Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders - DSM-5. 5th.ed. Washington: American Psychiatric Association, 2013.


Natália Vinhas - CRP 12/12182

Psicóloga Online

Especialista em Psicologia Hospitalar - USP

Especilização em Obesidade e Transtorno Alimentar - USP

Colunista Inovamente Psicologia e Psiconectado

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